Falhas humanas em operações críticas podem ser previstas, analisadas e reduzidas.

A G-RAMS aplica metodologias internacionais de Human Reliability Assessment para aumentar a segurança operacional e reduzir riscos em ambientes industriais de alto impacto.

+30
Anos de pesquisa e consultoria
HRA
Metodologias internacionais
RCA
Fatores Humanos em Mineração · Energia · Siderurgia · Química · Farmacêutica
O&G
Petróleo · Mineração · Energia
Diagnóstico gratuito
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Celso Figueiroa entrará em contato em até 24h para agendar a reunião técnica.

Operações críticas que confiam na G-RAMS.

Mais de 30 anos de aplicações em petróleo e gás, mineração, siderurgia, energia e aviação nos ambientes industriais de maior criticidade do Brasil.

PetrobrasPetróleo & Gás
ValeMineração
GerdauSiderurgia
SamarcoMineração
BraskemPetroquímica
MonsantoAgroquímica
AES TietêEnergia
ANEELRegulação / P&D
Petróleo & Gás
Offshore
Refinarias
Mineração
Siderurgia
Energia
Petroquímica
Aviação Industrial
Saúde
Papel e Celulose
Farmacêutica

O problema não é apenas o operador.

Quando uma análise de causa raiz encerra em "falha humana", o processo de investigação cessa prematuramente. A questão relevante nunca é quem falhou — é quais condições sistêmicas tornaram a falha possível.

A maioria das organizações ainda trata falhas humanas como erro individual. Isso não é apenas impreciso — é operacionalmente perigoso.

Drury & Fox in API 770, 2004
"A maioria (80-85%) dos Erros Humanos é resultado do Design da situação de trabalho – a tarefa, equipamentos, ambiente. Os Gestores têm controle direto sobre estes elementos, provendo recursos necessários, eliminando as situações propensas a erro."

Fatores sistêmicos frequentemente ignorados

Fadiga
Carga cognitiva
Procedimentos
Interface H-T
Cultura de segurança
Ambiente operacional
Sinalização inadequada
Ritmo circadiano
Tarefa não familiar ou complexa
Ruído ou iluminação inadequada
Excesso de horas no trabalho
Painel com informação excessiva
Falta clareza das instruções
Nível de instrução insuficiente
Falha na especificação das condições
Alertas e avisos inadequados
Equipamento novo com modos de falha desconhecidos

Confiabilidade Humana é uma disciplina de engenharia.

A G-RAMS aplica metodologias reconhecidas internacionalmente para quantificar, analisar e reduzir a probabilidade de falha humana em tarefas críticas.

HRA
Human Reliability Assessment
Análise estruturada da probabilidade de erro humano em tarefas específicas, combinando contexto, fatores de influência e modelagem matemática.
THERP · HEART
Estimativa de Probabilidade de Erro
Técnicas de primeira e segunda geração para estimativa de HEP, com aplicação adaptada a contextos industriais.
SPAR-H
Ergonomia Cognitiva
Avaliação do processamento de informações, modelos mentais e tomada de decisão do operador em condições normais e anormais.
PSF · PIF · API 770
Fatores de Influência no Desempenho
Mapeamento dos Performance Shaping Factors segundo API 770, CCPS e FAA — aplicados ao ambiente operacional específico.
Gestão da Fadiga
Avaliação de fatores humanos relacionados à fadiga operacional, desempenho, atenção e segurança em ambientes críticos.
HTA · SHERPA
Análise e Revisão de Procedimentos
Revisão crítica de procedimentos operacionais com foco em fatores humanos, usabilidade e aderência operacional real.

Como a G-RAMS atua.

Metodologia proprietária estruturada em duas etapas com 10 passos sequenciais para identificação e redução de falhas humanas em operações críticas.

ETAPA I Identificação e priorização de tarefas críticas
01.
Lista de Tarefas
Levantamento completo das atividades executadas no processo operacional.
02.
Análise da Gravidade × Ocorrência
Avaliação do impacto e frequência de possíveis falhas nas tarefas identificadas.
03.
Propensão à Falha Humana
Familiaridade, supervisão, complexidade e condições operacionais.
04.
Lista de Tarefas Críticas
Definição das atividades com maior criticidade operacional e risco.
ETAPA II Análise profunda e ações de redução da falha humana
05.
Análise da Tarefa
Detalhamento técnico da execução operacional da atividade crítica.
06.
Etapas / Passos / Ações / Desvios
Mapeamento completo: etapas, ações, desvios e vulnerabilidades.
07.
Análise dos Efeitos (Gravidade)
Segurança, qualidade, operação e impacto produtivo.
08.
Propensão à Falha Humana
Nova análise focada nos fatores humanos da execução prática.
09.
Passos Críticos (Checkpoints)
Pontos obrigatórios de controle e verificação operacional.
10.
Ações para Redução da Falha Humana
Implementação de ações preventivas e corretivas para minimizar riscos.

Aplicações técnicas.

Cada engajamento construído sobre base metodológica sólida, adaptado à realidade operacional e regulatória do cliente.

01
Diagnóstico de Fatores Humanos
Levantamento sistemático dos fatores que influenciam o desempenho humano. Identificação de vulnerabilidades latentes antes que se manifestem como eventos.
02
Gestão da Fadiga
Análise de escalas de turno, ritmo circadiano, carga de trabalho e tecnologias de monitoramento para operadores e salas de controle.
03
HRA — Human Reliability Assessment
Aplicação de THERP, HEART, CREAM ou SPAR-H para quantificar a probabilidade de erro humano e priorizar ações de mitigação.
04
Análise de Falha Humana
Investigação aprofundada de eventos com metodologia estruturada para identificar os fatores causais reais, além do "operador errou".
05
Revisão de Procedimentos
Análise crítica de procedimentos operacionais e de manutenção sob a perspectiva da engenharia de fatores humanos.
06
Adequação Regulatória ANP
Atendimento à Nota Técnica ANP nº 10/2023 e Resolução ANP 43/2017 (SGSO), com metodologias alinhadas às práticas internacionais.

Atenda às exigências da ANP com metodologias reconhecidas internacionalmente.

Quem conduz o trabalho.

Celso L. S. Figueiroa Filho
Celso L. S. Figueiroa Filho
D.Sc. · Engenharia Industrial · G-RAMS Inovação
30+
Anos de pesquisa e consultoria
D.Sc.
Eng. Industrial UFBA
ESREL
Congressos internacionais
O&G
Petróleo · Mineração
Formação acadêmica

Engenheiro Mecânico formado pela Universidade Federal de Minas Gerais, com ênfase em Aeronáutica. Mestre em Engenharia de Produção. Doutor em Engenharia Industrial pela UFBA. Certificado em Maintenance Management pelo Instituto Fraunhofer, Universidade de Dortmund. Certificado em Segurança de Voo pelo CENIPA.

Área de pesquisa e atuação

Pesquisador em Falha Humana e Confiabilidade Humana há mais de 30 anos. Atuação em petróleo e gás, siderurgia, mineração, geração hidrelétrica e aviação. Desenvolveu o software SARO de avaliação da confiabilidade humana. Pesquisador ANEEL em confiabilidade e fatores humanos aplicados a usinas hidrelétricas.

Clientes de referência
Petrobras Refino — Consultoria em Confiabilidade Humana
Gerdau, Samarco, Vale — Análise de fatores humanos e manutenção crítica
Braskem, Monsanto — Segurança operacional e análise de procedimentos
AES Tietê — Confiabilidade em geração hidrelétrica
Pesquisas e publicações técnicas
ESREL · CBMGA 2023
"Seleção de modelos de estimativa da probabilidade de erro humano para tarefas de manutenção" — Avaliação comparativa de métodos HRA (THERP, HEART, CREAM, SPAR-H) para aplicação em campo com software embarcado.
ABRAMIN · CBMGA 2023
"Gestão da Fadiga e avaliação de seus efeitos em operadores de caminhões fora de estrada" — Análise de 70.000+ eventos em 7 minas de minério de ferro (Vale).
ABRISCO · ABEPRO · CCPS
"Análise de Falhas Considerando Fatores Humanos" — Metodologia com 8 estudos de caso em petróleo, petroquímica, aviação, siderurgia e energia. Apresentado em congressos nacionais e internacionais de engenharia de risco e segurança de processo.

O custo real da falha humana não gerenciada.

70–80%
Acidentes industriais
Proporção em que falha humana figura como fator contribuinte primário ou secundário
55%
Tarefas não familiares
Probabilidade de erro (HEP nominal) sem procedimento — tabelas HEART
+70%
Redução de colisões
Resultado documentado em operações de mineração (Vale, 2021–2023)
0,00002
HEP mínimo
Probabilidade de erro em tarefa totalmente automatizada — NUREG/CR-1278

Confiabilidade operacional mensurável.

Indicadores representativos de setores em que a metodologia foi aplicada.

Petróleo & Gás
Redução de eventos operacionais
Diagnóstico de fatores humanos em operações offshore com mapeamento de PSF críticos e revisão de procedimentos de resposta a alarme.
Mineração — Vale (2021–2023)
+70%
+70% horas sem colisão por operador
Implantação de sistema de detecção de sonolência + gestão de ciclos de trabalho em frota fora de estrada. Base: 77.000+ eventos.
Siderurgia
Redução de falhas em manutenção
Aplicação de HRA e análise de tarefa em laminadores, com identificação de fatores causais sistêmicos não capturados por análise convencional.
Energia Hidrelétrica
Redução de HEP em tarefa crítica
Pesquisa ANEEL aplicada a operações de usinas e subestações de transmissão, com modelo de confiabilidade humana adaptado ao contexto.
Aviação Industrial
Redução de eventos por fadiga
Análise de causas com THERP/CREAM. Identificação de fatores organizacionais como geradores primários de erro.
Petroquímica
Redução de reincidência em procedimentos
Revisão SHERPA de procedimentos operacionais. Eliminação de etapas que violavam modelos mentais dos operadores.
Próximo passo

Transforme fatores humanos em confiabilidade operacional.

Aplique engenharia especializada para reduzir riscos humanos e aumentar a segurança operacional da sua operação.